
Nessa fase dos bebês há um repeteco dos problemas de saúde que costumam ocorrer: resfriados, viroses, uma ou outra infecção bacteriana, os tombos.
Pode-se dizer que há um aumento das doenças em geral, isso porque, mais uma vez, seu filho brinca mais com outras crianças, frequenta outros lugares, inclusive os locais mais fechados, como bufês e shoppings.
Pode ser que a criança tenha uma sequência de gripes. O importante, nesse caso, é não descuidar. Você deve, sim, procurar o pediatra em cada novo episódio, mesmo que até já saiba o que fazer.
E, se o bebê melhorar rapidamente depois de tomar o remédio indicado, continue com a medicação até cumprir o prazo estipulado pelo médico.
Isso porque, como já se sentem mais experientes, muitas mães relaxam um pouquinho nessa fase.
Resfriados mal curados podem evoluir para doenças mais sérias, como otites, sinusites e pneumonias, por exemplo.
Lavar o nariz com soro fisiológico é uma medida preventiva que deve ser feita todos os dias, sem contraindicação.
Muitas mães preferem levar o filho ao pronto-socorro em vez de procurar o pediatra, mas isso não é o correto.
As crianças só devem ser levadas ao hospital em casos de emergência ou quando estão passando muito mal e a mãe não consegue falar com o pediatra.
Por quê?
Porque embora seja prático, já que está sempre aberto, o PS é um local que concentra vírus, bactérias, etc.
Se você leva o seu filho ao pronto-socorro por conta de uma gripe ou uma febre recente, vai expô-lo ao risco de novas contaminações.
Além disso, o médico do PS é um plantonista, que não conhece o histórico de saúde de seu filho.
Nada melhor do que o médico da família, acredite!